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//texto// Google interpreta morte de Jackson como ataque de hackers

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Michael Jackson atua no show "Dangerous", no Estádio Nacional, Singapura. AP, 1993

Michael Jackson atua no show Dangerous, no Estádio Nacional, Singapura, AP, 1993


O site de buscas Google interpretou o alto volume de buscas com o nome do cantor como um “ataque cibernético”. Em vez de uma lista de resultados, milhões de usuários que digitaram o nome de Michael Jackson na barra do site se depararam com a mensagem “sua consulta é semelhante a solicitações automatizadas de um vírus de computador ou aplicativo spyware”. No Twitter, o volume de mensagens relacionadas a Michael Jackson, chegou ao pico de cinco mil por minuto. Alguns usuários afirmaram econtrar problemas em acessar o serviço. A mobilização em torno do tema se compara apenas a causada pelas eleições americanas, que colocaram Barack Obama no poder. A Enciclopédia Online Wikipedia, que pode ser editada por qualquer internauta, já registrava a morte da estrela pouco depois das primeiras notícias surgirem na online, tanto na versão em inglês quanto em português. A procura por notícias sobre Michael Jackson causou uma série de lentidões nos sites da AOL, CBS, CNN, MSNBC, Yahoo, entre outros. O Los Angeles Times, primeiro grande veículo a noticiar o fato, teve 2,3 milhões de visitas em apenas uma hora. A morte do cantor teve efeito quase imediato nas vendas de seus discos pela internet . Na Amazon, os 15 discos mais vendidos eram dele. No iTunes, loja virtual da Apple, o cantor tem sete discos no Top 10 e, no eBay, souvenirs ligados a Jackson estão sendo vendidos a preços 10 vezes maiores que os de três dias atrás.

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