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Escola de Comunicação da UFRJ

//texto// Imprensa britânica aponta para cobrança de notícias online

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A revista britânica “The Economist” colocou em pauta a opção da mídia na Internet cobrar por notícias. Conglomerados do setor como News Corp. (“Wall Street Journal”, The Times”) e Axel Springer Verlag (“Die Welt”, “Bild”), já demonstraram interesse pela iniciativa. Mas a medida pode vir acompanhada de perda de publicidade: “Por dez anos os leitores têm desfrutado de notícias gratuitas online. Um jornal que tente cobrar pelo conteúdo, colocará em risco a verba com anúncio, correspondente a um valor de 10 a 15 % da receita”. Parte do conteúdo pode ser taxado: “O maior exponte disso, com mais de um milhão de assinantes online, é o ‘Wall Street Journal’. Cerca de metade das reportagens fica atrás de uma barreira paga”. Mas “New York Times e “Los Angeles Times” fracassaram nessa tentativa, com queda de acessos e afastamento de anunciantes. Para a “The Economist”, o modelo mais vantajoso é o do “Financial Times”: paga quem lê mais de dez reportagens por mês. Se a propaganda aumentar, a cota gratuita mensal é ampliada. Quanto ao pagamento unitário – por cada matéria – a revista ressalta que jornalismo não é música: “as histórias são mais perecíveis que canções”.

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