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	<title>AudioAtivo WebRadio &#187; Holofote</title>
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	<description>Escola de Comunicação da UFRJ</description>
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		<title>De pernas pro ar – A mulher entre a família e o trabalho?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 20:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Macon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois milhões de espectadores em 15 dias com parte 2 anunciada ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3242" class="wp-caption alignleft" style="width: 87px"><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/01/blog2.jpg" rel="lightbox[3229]"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/01/blog2-77x86.jpg" alt="" width="77" height="86" class="size-thumbnail wp-image-3242" /></a><p class="wp-caption-text">Filipe Macon é formado em comunicação social com habilitação em jornalismo</p></div>
<p>Mais de dois milhões de espectadores em 15 dias, com uma seqüência já anunciada. A audiência do filme &#8220;De pernas pro ar&#8221; tem gerado repercussão na mídia, sob a forma de matérias e críticas. Aponta-se para um humor escrachado; rompimento de tabus ao abordar sexualidade; protagonismo de Ingrid Guimarães; influência da produtora Mariza Leão durante a elaboração da comédia brasileira. Pitacos aqui e lá; foco no produtor, na atriz, no tema &#8211;  “sexo”. Mas de onde partir exatamente para entender o longa, que apresenta um complexo de sex shop aliado à família?</p>
<p><strong>“Bem antes da estréia, fizemos pesquisas com 250 pessoas para testar o nível de aceitação do público ao filme no Rio e em São Paulo. Ali, percebemos que o longa era entendido pelos espectadores como uma história sobre a família. Esse foi um dos motivos para que mudássemos o título. Se ficasse o nome &#8220;Sex Delícia&#8221;, jamais chegaríamos a um milhão na primeira semana. O conservadorismo no Brasil ainda é grande” (Mariza Leão, produtora)</p>
<p>De pernas pro ar: “pro” contração própria do informalismo; “pernas”, parte baixa, que fixa o corpo; “ar”, alto, libertação</strong></p>
<p>A comédia &#8220;De pernas pro ar&#8221; acaba por questionar limites do conservadorismo no Brasil, com destaque para família. O sexo é utilizado como instrumento para tal, donde é possível estabelecer um jogo, entre o que é digno de se guardar com carinho (amor) ou algo passageiro (paixão)</p>
<p><em>“Amor é cristão, sexo é pagão; amor é latifúndio, sexo é invasão” (Rita Lee)</em></p>
<p><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/01/de-pernas1.jpg" rel="lightbox[3229]"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/01/de-pernas1-114x86.jpg" alt="" width="114" height="86" class="alignleft size-thumbnail wp-image-3231" /></a></p>
<p><strong>A invencível Alice sofre ao ver o limite</strong></p>
<p>Ingrid Guimarães é Alice. Mãe, com marido e um filho. Porém vive às voltas com o trabalho, em busca de resultados, desgarrada na busca pelas metas. Isso fica claro quando seu chefe a convida no início do filme para assumir um cargo superior, mas com o efeito colateral de ter menos tempo para a família. Ela diz “sim”, um exemplo de mulher do reaganismo, livre para a escalada capitalista na busca pela primeira posição. Na livre concorrência, Alice quer ganhar, não gosta de perder; um jeito que lhe custaria caro</p>
<p>O marido sai de casa, deixa um recado na secretaria pedindo um tempo. Alice leva um gol, que atinge o coração – a família fica desestruturada, como uma punição que põe em questão o lugar da mulher. Quem deveria ser? A mãe zelosa que espera o marido chegar a casa? A mulher que se afirma e cresce com escalada no emprego? Até que ponto; como arrumar tempo? Um momento pelo qual passa nossa sociedade. Pesquisa da consultoria Sophia Mind mostra que 32 % (cerca de um terço) das brasileiras têm jornada de trabalho maior que a dos seus maridos; cada vez mais têm menos filhos (1,94 por mulher, abaixo da taxa de reposição, segundo o IBGE). O ganho delas representa 40% do rendimento familiar, apesar de ganharem menos que os homens ainda; 70%</p>
<p>Alice vive uma transição. Para variar, é demitida após uma gafe no trabalho. Durante reunião, a marketeira retira de uma caixa peças de sex shop, o que deixa os componentes da mesa consternados. O material era na verdade para a vizinha dela, indo parar em suas mãos por uma troca acidental da encomenda que chegara ao prédio onde vivia. O imprevisto havia afetado Alice, que tinha tudo como certo, medido em resultados, estando pelo alto. Ela vai tirar satisfação então com a dona dos produtos eróticos, insultando-a, classificando como baixa. Marcela, dona da sex shop, é vivida por Maria Paula – atriz do Casseta e Planeta (programa humorístico da Rede Globo conhecido pela sátira), que chama Alice de mal amada. É o fundo do poço</p>
<p>Alice vai para casa e se recolhe. A televisão assistida demonstra isso; o isolamento, sem apego, ponto que o modo concorrencial buscando auto-afirmação a levou. A nova mulher, moderna, desgarrada, que não olha para a família, zappiava – passava os canais depressa, nada a satisfazia por completo. Buscando degrau a degrau, sem paradas, acabou não dando atenção ao amor; ao marido. Ficou assim descontrolada, por não saber o limite. Foi um alerta no filme</p>
<p><strong>Do caos à redenção</strong></p>
<p>Enquanto assistia à televisão, trocando de canais com rapidez, um deles, religioso, intrigou Alice. O pastor gritava aleluia – de uma maneira tão exacerbada que me lembra claramente dos risos altos ouvidos na platéia do cinema. A fala do pastor era incisiva com expressões faciais excêntricas, em interação com as reações de Alice, arrancando humor pelo exagero. Foi uma paródia clara aos programas de igrejas neopentecostais como “Igreja da Graça”; “Universal do Reino de Deus”; apesar de não haver nenhuma menção às instituições. Aqui se pode discutir o nivelamento de religiosidades, influenciando o público a ter uma preconceituação pouco respeitosa</p>
<p>Após ouvir o Aleluia, Alice vai à Marcela pedir desculpas. Aqui é possível um debate acerca da intolerância e seus limites, com um questionamento à Igreja Católica. O Aleluia pode ser ouvido em missas, como uma elevação espiritual, estar mais perto de Jesus, à direita de Deus Pai. Uma das mensagens cristãs é amar ao próximo, estando de acordo com Alice se redimir ante a dona de sexy shop &#8211; que tem homossexuais trabalhando &#8211; amando-a sem discriminação. Porém, a própria Igreja condena o homossexualismo, o envolvimento por prazer efêmero, ainda mais com utensílios sexuais. Cabe indagar até que ponto os dogmas podem contradizer as próprias pregações católicas. Essa redefinição de limites é sentida também por Alice, conduzida ao prazer por Marcela</p>
<p>Alice retorna ao sensual depois de todos os passos que construiu ficarem abalados tanto em família como no emprego. Guiada pela vizinha dona de sexy shop, busca um coelho para se masturbar. Olha para o bicho de pelúcia, mas não consegue prosseguir. É bloqueada pelo filho, que entra no quarto. A criança, esperança de que lhe resta ainda família, é base para reconstrução. Tudo pode vir abaixo, ao carnal, menos o menino puro, momento em que a mãe esconde o coelho debaixo do travesseiro. A moral é a proibição do envolvimento do jovem com sexo. Ele não pode tomar contato com a masturbação da mãe; momento de choque analisado por Freud ao qual chamava de imagem paleossimbólica, que mexe com o inconsciente – esse foi um momento de tensão no cinema</p>
<p>A única vez que Alice se masturba com o coelho foi depois de ir para uma festa à noite e se drogar. Em sã consciência ela não o faria. Pelo contrário, a marketeira não se entrega ao prazer no filme, mas o gere. Domina, mede e vende. Expande e ganha com o negócio de Marcela, atuando via Internet (uma chamada de atenção no filme para novas ferramentas de comunicação pela rede, e possíveis avanços em relação às mídias tradicionais de massa)</p>
<p>A combinação explosiva das sócias dá certo: mulher de negócios ligada à mulher erótica. Um ambiente criativo, medido, revolvido, reestabelecido, puxando o público.  São outros ares, pouco conhecidos, como uma calcinha que treme com o barulho. Marketing foi representado no filme: mercado em movimento</p>
<p><strong>Volta ao equilíbrio</strong></p>
<p>Alice sempre curtiu escalar e obter sucesso. Por isso não podia aceitar perder o marido. Durante o filme, ela luta por ele. Quando soube que João (Bruno Garcia) estava no flat com uma possível “outra” mulher, a obstinada vai atrás. Porém, a relação só é restabelecida quando ele a chama para uma conversa num apartamento da Zona Sul. Alice cede</p>
<p>Os dois voltam a ficar juntos, com o marido determinando qual era a hora da discussão de relacionamento. É João que diz: &#8220;vem&#8221;; e ela vai. Ao aparente mostrar da mulher executiva e independente, o filme contrapõe a esposa dominada pelo homem. O conservadorismo fica evidente na conversa de João com o sogro (um idoso), que diz: “Se a mulher planta o amendoim, o homem vem com a paçoca”. Ele deve ser mais completo, à frente dela. Ainda assim o filme deixa a brecha para desconstrução desse olhar. Alice continuou trabalhando com sexy shop sem que João soubesse (nesse ponto ela estava mais à frente). O marido descobre durante um evento erótico promovido pela loja. O momento é o mesmo em que o sogro quebra a cara e se depara com a esposa (mãe de Alice), na festa, montando num pênis gigante de brinquedo. Ela, uma idosa, passou a trabalhar com a filha, em mais um sintoma de liberalismo (inclusive na abertura de postos de trabalho aos mais velhos que tendem a crescer na pirâmide etária brasileira)</p>
<p>A descoberta do marido é um momento de revelação no filme. Em seguida uma chuva cai do lado de fora, com trovões. Esses símbolos são remetidos a um orixá da umbanda, chamado Xangô. Reza o mito de que a entidade governava o reino oyô e subia numa pedreira, donde batia com seu machado (oxe) desfilando raios sobre os impostores, fazendo reinar a justiça. A chuva é relacionada a Iasã. Orixá da transição, é o momento de ligação de entre a terra e o céu. A mensagem: de nada vale a mentira. Em seguida João deixa mais uma vez Alice</p>
<p>A personagem vivida por Ingrid Guimarães prossegue com o negócio de sexy shop, mas angustiada, com a família desfalcada pela segunda vez. Alice recebe um prêmio de marketing, mas ouve outro contemplado dividindo a homenagem com quem ama; enquanto ela não tinha o marido. A foto da família é observada num porta-retrato; enquadramento perfeito, modelo que havia perdido. A salvação está no filho (ao qual não foi permitido o acesso a ver a mãe se masturbando), que fez uma artimanha antes de partir com o pai para uma viagem de barco (Alice havia arrumado a mochila direitinho dele, o que mostra a tomada de atitude para a mãe zelosa)</p>
<p>O anjinho puro deixou um desenho para a mãe, no qual aparecia João com uma mulher chamada Sheila. Uma travessura, própria do curumim, anjo contraditório que flecha, atinge, mas por amor. Sheila na verdade era uma empregada do barco, sem envolvimento com João. Mas Alice cai na cilada, não suporta ter perdido até o filho para uma viagem com outra mulher, além do marido. Alice se joga no mar; em seguida, encontra-os</p>
<p>O final do filme caminha para uma mulher bem sucedida (os toques da sócia pelo telefone avisando o sucesso nos negócios da Sex Delícia são análogos aos sinos do topo das Igrejas; Alice está em ascensão). Porém, a auto-afirmação não significa se desfazer das ligações com o próximo, a começar pelo amor à família (Alice joga o celular no mar, quando está com o marido e o filho no final selando a união). Entretanto, a última imagem de Alice no longa aparece em seguida, à noite, quando fala ao telefone com a sócia para saber o motivo da chamada que não pôde atender antes, por ter jogado o móvel na água do mar. A esposa não poderia ver a noite sem deixar de buscar o seu lugar ao sol e saber dos resultados das vendas</p>
<p>Alice é contraditória. Não dá para saber se ver a Sheila no desenho feito pelo filho causou mais repulsa por o perder para outra; justamente perder o menino, símbolo da união com o marido e último rescaldo da família. Ou então se Sheila causa um incômodo ao jeito competidor de Alice, que teria disputado o marido mais uma vez. Talvez esse seja um retrato da mulher hoje em dia; zelosa e firme com a família, porém obstinada em pular para atingir objetivos que tenham a ver com sua afirmação</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>&#8220;De pernas pro ar&#8221; acaba por atuar na fronteira entre a conservação e liberação; justamente aí onde atua o humor. Os efeitos são muitos no filme, que não implica necessariamente sentido perfeito. A discussão, acerca do encaminhamento dos personagens e seus tipos sociais, pode ficar em suspenso. Ouvia muitos risos na platéia do cinema; ao final, todos saíam ao som de um funk durante os créditos. Relatos de pessoas avaliando a possibilidade de abrir uma sexy shop; ouvi gente discutindo ainda se era para levar criança ou não para ver a comédia. Até que ponto a classificação deveria ir?</p>
<p>De pernas pro ar. Direção de Roberto Santucci. Roteiro de Marcelo Saback, Paulo Cursino. Com Ingrid Guimarães, Bruno Garcia, Maria Paula, Denise Weinberg, Flavia Alessandra, Antonio Pedro, Marcos Pasquim, Cristina Pereira.  Paris Filmes, 14 anos</p>
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		<title>Holofote &#8211; Doidas e santas</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 19:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cília Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
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		<category><![CDATA[Doidas e santas]]></category>

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		<description><![CDATA[Peça inspirada em crônicas jornalísticas está em cartaz no Rio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/doidasg.jpg" rel="lightbox[2263]"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2264" title="doidasg" src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/doidasg-95x86.jpg" alt="" width="95" height="86" /></a></p>
<p>A peça acontece de quinta a domingo, no Teatro do Leblon. De quinta a sábado, às 21h30, e domingo às 21h. Ingressos custam 60 reais, quintas e sextas, e 70 aos sábados e domingos. Vai até 25 de julho</p>
<p>Censura: 12 anos</p>
<p><a onclick="window.open('http://tv.ufrj.br/radioeco/player.php?audio=doidaspronto.wma','_blank','width=320,height=240,status=no,scrollbars=no,resizable=no,location=no,dir&lt;br &gt;&lt;/a&gt; ectories=no,menubar=no,toolbar=no')" href="#"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/headphone.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<div>Ouça agora | duração: 1 min.</div>
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		<title>Holofote &#8211; Dona Otília e outras histórias</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 16:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cília Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Otília e outras histórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Espetáculo mostra os bastidores do teatro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/otilia.jpg" rel="lightbox[2266]"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2267" title="otilia" src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/otilia-60x86.jpg" alt="" width="60" height="86" /></a></p>
<p>A peça acontece quartas e quintas, às 20h, no Teatro Gláucio Gill, em Copacabana. Ingressos custam 30 reais. Vai até 1° de julho</p>
<p>Censura: 12 anos</p>
<p><a onclick="window.open('http://tv.ufrj.br/radioeco/player.php?audio=otiliapronto.wma','_blank','width=320,height=240,status=no,scrollbars=no,resizable=no,location=no,dir&lt;br &gt;&lt;/a&gt; ectories=no,menubar=no,toolbar=no')" href="#"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/headphone.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<div>Ouça agora | duração: 1 min.</div>
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		<title>A volta do radioteatro</title>
		<link>http://www.audioativo.com/2010/05/28/a-volta-do-radioteatro/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 23:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Collares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece no Campus]]></category>
		<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[gênero radiofônico]]></category>
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		<category><![CDATA[radiodramaturgia]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro "A Era do Radioteatro" será lançado, nesta segunda, dia 31 de maio, às 17 horas, no Auditório da Rádio Nacional. Além do livro de Roberto Salvador, será anunciado o projeto de retomada da radiodramaturgia, gênero que marcou época. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/teatr.jpg" rel="lightbox[2174]"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2176" title="teatr" src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/teatr-114x73.jpg" alt="" width="114" height="73" /></a><br />
Nesta segunda-feira, 31 de maio, a partir das 17 hs, estará sendo lançado o livro <strong>A Era do Radioteatro</strong>, de Roberto Salvador, no Auditório da Rádio Nacional, Praça Mauá, n. 7, 21o. andar. O livro conta a história do radioteatro, com histórias , depoimentos e fotos de época, lembrando a contribuição de atores, produtores, roteiristas, sonoplastas, músicos e técnicos para este importante gênero radiofônico. </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: Times New Roman;">Durante o evento será anunciado o projeto de constituição do Núcleo de Radiodramaturgia das Rádios da EBC (Rádional Nacional e Rádio MEC), em fase final de construção de Convênio, tendo como proponente a SOARMEC – Sociedade de Amigos Ouvintes da Rádio MEC, que dentro de poucos meses permitirá resgatar este gênero radiofônico que durante décadas seguidas marcou a história de nossas importantes emissoras, através de parcerias com várias instituições do universo das artes cênicas, como escolas de teatro, grupos de teatro amador, comunitário e universitário, instituições de artes cênicas.</span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: Times New Roman;"> A Audioativo.com não só apóia a iniciativa como já anuncia a criação do seu núcleo de radiodramas. O programa &#8220;Isto dá papo&#8221;, da Escola de Comunicação, é o primeiro passo dessa retomada. Quem quiser saber mais, basta entrar em contato conosco.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: Times New Roman;">Convidamos a todos a participar deste momento histórico, simbólico do resgate da magia da mídia rádio para a construção da cultura e identidade nacional. Não perca.</span> <span style="font-size: medium; font-family: Times New Roman;"><strong>     </strong></span></p>
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		<title>Holofote &#8211; As Conchambranças de Quaderna</title>
		<link>http://www.audioativo.com/2010/05/13/holofote-as-conchambrancas-de-quaderna/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 15:21:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cília Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
		<category><![CDATA[As Conchambranças de Quaderna]]></category>

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		<description><![CDATA[Comédia de Ariano Suassuna faz sucesso em segunda temporada]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/quaderna2.jpg" rel="lightbox[2057]"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/quaderna2-114x77.jpg" alt="" title="quaderna" width="114" height="77" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2060" /></a></p>
<p>A peça acontece de quinta a domingo, às 19h no Teatro dos Quatro, na Gávea. Ingressos custam 40 reais. Vai até 5 de junho.</p>
<p>Censura: 14 anos.</p>
<p><a onclick="window.open('http://tv.ufrj.br/radioeco/player.php?audio=quaderna.wma','_blank','width=320,height=240,status=no,scrollbars=no,resizable=no,location=no,dir&lt;br &gt;&lt;/a&gt; ectories=no,menubar=no,toolbar=no')" href="#"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/headphone.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<div>Ouça agora | duração: 1 min.</div>
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		<title>Holofote &#8211; Gypsy</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 15:14:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cília Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
		<category><![CDATA[Gypsy]]></category>

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		<description><![CDATA[Musical de sucesso da Broadway está em cartaz no Rio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/gypsy.jpg" rel="lightbox[2051]"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2052" title="gypsy" src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/gypsy-114x75.jpg" alt="" width="114" height="75" /></a></p>
<p>A peça acontece de quinta a domingo no Teatro Villa-Lobos, em Copacabana. Quinta e sexta, às 21h. Sábados, às 19h e domingos, às 18h. Ingressos custam 60 reais às quintas, 70 às sextas e 80 aos sábados e domingos. Vai até 27 de junho.</p>
<p><a onclick="window.open('http://tv.ufrj.br/radioeco/player.php?audio=striper.wma','_blank','width=320,height=240,status=no,scrollbars=no,resizable=no,location=no,dir&lt;br &gt;&lt;/a&gt; ectories=no,menubar=no,toolbar=no')" href="#"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/headphone.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<div>Ouça agora | duração: 1 min.</div>
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		<title>//podcast// Holofote Teatro &#8211; Carmem: o It Brasileiro</title>
		<link>http://www.audioativo.com/2009/12/18/podcast-holofote-teatro-carmem-o-it-brasileiro/</link>
		<comments>http://www.audioativo.com/2009/12/18/podcast-holofote-teatro-carmem-o-it-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 13:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cília Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>

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		<description><![CDATA[Musical homenageia o centenário de nascimento de Carmem Miranda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/12/carmem-miranda.jpg" rel="lightbox[1630]"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/12/carmem-miranda-150x150.jpg" alt="carmem-miranda" title="carmem-miranda" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1629" /></a></p>
<p>A peça acontece de quinta a domingo, no Teatro João Caetano, no Centro. De quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. Ingressos custam 20 reais quinta e domingo, e 30 reais sexta e sábado. Vai até 28 de fevereiro.</p>
<p>Censura: 12 anos</p>
<p><a onclick="window.open('http://tv.ufrj.br/radioeco/player.php?audio=carmen.wma','_blank','width=320,height=240,status=no,scrollbars=no,resizable=no,location=no,dir&lt;br &gt;&lt;/a&gt; ectories=no,menubar=no,toolbar=no')" href="#"><img src="http://www.leogarcia.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/headphone.gif" border="0" alt="" /></a>
<div> Ouça agora | duração: 1 min.</div>
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		<title>//podcast// Holofote Teatro &#8211; Difamantes</title>
		<link>http://www.audioativo.com/2009/12/18/podcast-holofote-teatro-difamantes/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 13:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cília Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>

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		<description><![CDATA[Comédia escrita por jornalistas critica celebridades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/12/difamantes.jpg" rel="lightbox[1625]"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/12/difamantes-150x150.jpg" alt="difamantes" title="difamantes" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1626" /></a></p>
<p>A peça acontece de sexta a domingo, no Teatro dos Grandes Atores, na Barra. Sextas e sábados, às 21h e domingos, às 20h. Ingressos variam de 60 a 70 reais. Vai até 20 de dezembro.</p>
<p>Censura: 14 anos</p>
<p><a onclick="window.open('http://tv.ufrj.br/radioeco/player.php?audio=difamantes.wma','_blank','width=320,height=240,status=no,scrollbars=no,resizable=no,location=no,dir&lt;br &gt;&lt;/a&gt; ectories=no,menubar=no,toolbar=no')" href="#"><img src="http://www.leogarcia.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/headphone.gif" border="0" alt="" /></a>
<div> Ouça agora | duração: 1 min.</div>
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		<title>//podcast// Holofote Teatro &#8211; Quem vai ficar com ela?</title>
		<link>http://www.audioativo.com/2009/11/06/podcast-holofote-teatro-quem-vai-ficar-com-ela/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cília Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>

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		<description><![CDATA[Espetáculo aborda busca por relacionamentos na Internet ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/Quem_vai_ficar_com_ela.jpg" rel="lightbox[1532]"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/Quem_vai_ficar_com_ela-150x150.jpg" alt="Quem_vai_ficar_com_ela" title="Quem_vai_ficar_com_ela" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1531" /></a></p>
<p>A peça acontece quinta, às 21h, no Teatro Ipanema. Ingressos custam 25 reais. Vai até 26 de novembro.<br />
Censura: 12 anos </p>
<p><a onclick="window.open('http://tv.ufrj.br/radioeco/player.php?audio=quemvai.wma','_blank','width=320,height=240,status=no,scrollbars=no,resizable=no,location=no,dir&lt;br &gt;&lt;/a&gt; ectories=no,menubar=no,toolbar=no')" href="#"><img src="http://www.leogarcia.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/headphone.gif" border="0" alt="" /></a>
<div> Ouça agora | duração: 1 min.</div>
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		<title>//podcast// Holofote Teatro &#8211; Lula contra o mau</title>
		<link>http://www.audioativo.com/2009/11/06/podcast-holofote-teatro-lula-contra-o-mau/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cília Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>

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		<description><![CDATA[Espetáculo marca duelo entre publicidade e jornalismo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/lula_mau.jpg" rel="lightbox[1527]"><img src="http://www.audioativo.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/lula_mau-150x150.jpg" alt="lula_mau" title="lula_mau" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1528" /></a></p>
<p>A peça acontece segunda, às 21h, no Teatro das Artes, na Gávea. Ingressos custam 50 reais. Vai até 7 de dezembro.</p>
<p>Censura: 14 anos</p>
<p><a onclick="window.open('http://tv.ufrj.br/radioeco/player.php?audio=lulacontramal.wma','_blank','width=320,height=240,status=no,scrollbars=no,resizable=no,location=no,dir&lt;br &gt;&lt;/a&gt; ectories=no,menubar=no,toolbar=no')" href="#"><img src="http://www.leogarcia.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/headphone.gif" border="0" alt="" /></a>
<div> Ouça agora | duração: 1 min.</div>
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